UM BRINDE A TODOS QUE PASSARAM: UM BRINDE DE SAUDADES

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    Papyrus: 81ª Edição

    • UM BRINDE A TODOS QUE PASSARAM: UM BRINDE DE SAUDADES



      UM BRINDE A TODOS QUE PASSARAM: UM BRINDE DE SAUDADES

      "Fazer o homem feliz, significa merecer sê-lo"
      Jean-Jack Rousseau

      Ouvir de alguém que formos importante por causa de um gesto ou de uma palavra dita lá atrás, faz a gente ganhar o dia. Ainda mais quando nem lembramos quando e onde aconteceu esse gesto. É boa, é gostosa, é como achar dinheiro esquecido no fundo do bolso de uma calça que já não vestimos há algum tempo.

      A vida tem dessas coisas. Das pequenas alegrias que nos pegam de surpresa, às vezes fazemos o mal sem sentir, mas quem recebe a ofensa não esquece nunca. O mesmo acontece quando fazemos o bem.

      Eu, particularmente não tenho nada contra sentir saudades, nada! Até por que eu tenho muita saudade de muita gente amada que já se fora, mas é claro que não podemos ficar paralisados no tempo. Só pensando naquilo que já passou. Até o nosso último suspiro sobre a terra, nós temos que viver, experimentar e seguir em frente. O texto do roteirista Flávio de Campos, que já chegou até a ser atribuido ao Pablo Neruda, diz o seguinte:

      Saudade é solidão acompanhada,
      é quando o amor ainda não foi embora,
      mas o amado já...

      Saudade é amar um passado que ainda não passou,
      é recusar um presente que nos machuca,
      é não ver o futuro que nos convida...

      Saudade é sentir que existe o que não existe mais...

      Saudade é o inferno dos que perderam,
      é a dor dos que ficaram para trás,
      é o gosto de morte na boca dos que continuam...

      Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
      aquela que nunca amou.

      E esse é o maior dos sofrimentos:
      não ter por quem sentir saudades,
      passar pela vida e não viver.


      O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido. E disso meus amigos, Eu não posso ser acusado. Vivi, sofri, me apaixonei por tudo que a vida me ofereceu. Confesso que vivi.


      Redator(a): Soul
      Chefe de Redação: mata hari

      A anarquia ostenta duas faces.
      A de Destruidores e a de Criadores.
      Os Destruidores derrubam impérios, e com os destroços, os Criadores erguem Mundos Melhores.

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