Um Conto de Natal

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    Papyrus: 79ª Edição

    • Um Conto de Natal



      Um Conto de Natal

      Era uma época especial! Roupas novas, dormir mais tarde, brincar até o anoitecer na rua. Mas eu queria mais...

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      - Quando pequenino, de minha televisão em casa, sempre assisti aos filmes de fim de ano. Eles eram cheios de magia, bem como as novelas, os programas e toda a programação nessa época. Tudo era voltado para o nascimento Daquele que salvaria multidões...

      - Eu amava as árvores decoradas e os pisca-pisca (luzes) que enfeitavam tudo, inclusive os ônibus da minha Cidade. O mais chamativo e convidativo eram as ceias... Hmmm, cada comida gostosa, pelo menos eu achava! Eu nunca havia participado de uma ceia natalina.

      - Não alimentava essa esperança com frequência, mas aquele ano eu tinha que participar de uma! Comentei com minha mãe, certa vez, sem um feliz retorno. Como uma boa criança, depois acabei por esquecer-me disso...

      - Quando cheguei em casa, depois de muito brincar o dia todo para tomar um banho, nossa árvore já estava num lugar mais visível. Neste ano mamãe comprara uns cristais que chamavam mais atenção do que a própria estrela no topo da árvore, eram encantadores!

      - Depois do banho, quase ao anoitecer e já com a roupa nova, fui pedir permissão para comprar minhas "bombinhas" (fogos de artifício), pois era tradição pessoal fazer bastante barulho com elas, kkkkk.

      - Quando retornei, feliz por comprar diferentes qualidades de fogos, foi então que ela deu-me a grande notícia: Cearíamos aquele ano! Isso sem dúvidas soou como um alegre sino em meus jovens ouvidos...

      - Meu desejo se realizara e decidi acompanhar de perto cada momento dos preparativos. As comidas sendo postas à mesa, nossas risadas, as diversas qualidades de frutas secas e aperitivos e até mesmo uns goles de vinho e espumante, kkkk...

      - Aquele ano foi diferente, não só pela comida, mas pelos momentos passados com ela. Algo especial, de alegria, que marcou-me e marcou uma transição muito importante em minha vida! Foi aí que percebi que a magia do Natal, está nos pequenos gestos.

      Ho ho ho! :feliznatal:

      Créditos da imagem:
      1 - Google.

      Editor(a): Maicon Mad
      Chefe de Redação: Alem da Lenda
      Muito obrigado, Junno! :love:

      Se admira alguém, confesse antes do adeus. :rolleyes: :love: ;)

      The post was edited 6 times, last by Maicon Mad ().

    • Também tenho algumas boas recordações dos Natais da infância. Quando ainda nem sequer havia televisão, a árvore de Natal era um pequeno ramo de um pinheiro, com meia dúzia de bolas a enfeitar e muito algodão a imitar a neve, e o presépio era deste género, mas tinha todas as figuras

      pastores, ovelhas, a estrela, o anjo e os reis magos. Era dado na catequese, coloríamos e colávamos aquela dobra, numa cartolina verde.

      Bons velhos tempos, que os jovens de hoje nem imaginam.
      O Tempo pergunta ao Tempo
      Quanto Tempo o Tempo tem
      O Tempo responde ao Tempo
      Que o Tempo tem tanto Tempo
      Quanto Tempo o Tempo tem