Ser General 72ª Edição

    • Ser General 72ª Edição



      Ser General



      Tempos antigos e tempos novos. Desde 2008 até aos nossos dias, muitas versões aconteceram que fizeram mudar a forma de como as batalhas e as guerras se desenrolam dentro do jogo. O que mudou nos desafios aos elementos responsáveis pela orientação guerreira dentro das alianças?



      Para ti, o que representa a responsabilidade de ser General?


      A nossa Redacção, contactou alguns Generais "da nossa praça" para saber o que os mesmos pensam e como actuam.




      _TaHh_ / Ally - SYN / Alpha

      _TaHh_ wrote:

      lá vai...

      Batalhas..

      As batalhas ficaram mais inteligentes acredito.
      Temos os santuários que são significativos, é preciso escolher e usar bem.
      Depois há o advento do mercado negro que permite a compra/venda de unidades de forma rápida e flexível, mas que particularmente não me agrada, pois deixa o jogador preguiçoso podendo recorrer sempre aos bancos sem esforço.
      As unidades agora estão atribuídas em funções específicas comparadas às antigas versões de ikariam, portanto exige-se um maior entendimento e atenção quanto ao tempo, quantidades, formas de recargas e munições, combinações a outras unidades, tamanho do campo de batalha, etc.
      Assim, há algumas formas de ataques que possibilitam causar maiores danos no adversário.
      Algo que acho uma pena terem eliminado do ikariam é a pilhagem do ouro. Talvez se permitissem pilhar ouro, as batalhas ficassem mais emocionantes.

      Desafios e responsabilidade de ser general..

      A responsabilidade é imensa, pois trata-se do bem-estar de um grupo.
      O ikariam por ser um jogo de caráter militar, o general acaba por ser o personagem principal, pois é ele que direciona, articula e organiza de forma coletiva as atividades militares da aliança.
      Os desafios ficam quanto a adquirir conhecimentos em meio as alterações do jogo, descobrir novas técnicas, estratégias, aprimorar visão de jogo e tbm fazer com que a pirataria perca espaço rsrs...

      Como oriento meus aliados..

      Aqui na SYN utilizamos bem o fórum interno para expor dicas, técnicas militares, precauções e tudo o mais.
      E também por vezes utilizamos a ferramenta Desafio de Guerra como alternativa para realizar treinamentos e ao mesmo tempo proporcionar diversão junto a outra aliança.

      O que representa a responsabilidade de ser general...

      É uma forma de aprender mais com o jogo, adquirir experiência e tbm contribuir com o grupo.




      Nobre rei / Ally - -DCP- / Alpha

      Nobre rei wrote:

      O cargo de general é mto importante neste jogo , principalmente q mtos não colaboram pra ajudar o mesmo, essa sim é a maior dificuldade de ser general ;

      Eu procuro ser democrático, escutar todos, porém nada é decidido por mim, entro em bom censo nas decisões a serem seguidas...

      Sobre as batalhas, acho o tempo pra percorrermos o mapa de um lado para o outro mto demorado, as façanhas são boas.

      O q dificulta mais nas batalhas são as multis q não são poucas, esse é outro desafio.



      Bomba / Ally - PDM / Alpha

      Bomba wrote:

      Saudações Nobre colega MEGAR.

      O cargo de GENERAL é um cargo de apoio total ao seu LIDER, tendo em vista que és indicado por ele e é um dos nobres que ele pode contar a todo o momento.

      Gosto de orientar meus aliados através do fórum a todos ao mesmo tempo. Em tempo de guerra através de determinações, e pessoalmente quando vires que o jogador não entendeu...um a um se preciso...

      O cargo de General representa muito para um jogador tendo em vista que ele tem que sempre estar on, acompanhando as movimentações do jogo e suas mudanças, para alimentar seu líder de informações e estratégias a serem executadas durante o jogo, sempre um passo à frente dos demais, conhecer os jogadores problemáticos, além de desvendar o danado do espião que é uma briga eterna do jogo.

      PS...O mais importante é saber que nada sei, aprendo sempre um pouco a mais com meus companheiros todos os dias...



      xSilverStyle / Ally - M - / My

      xSilverStyle wrote:

      Olá megar, desde já agradeço o convite para mais um Papyrus.

      Agora sobre o sistema de batalha e todas as suas vertentes, eu joguei na altura em que ainda se pilhava ouro, mas depois desisti pois não puxava muito por mim o jogo, até há 3anos em que voltei a sério para o ikariam, foi ai que conheci o bertolazy que se aprontou a ensinar-me a batalhar, conforme fui jogando com outros jogadores que me foram ensinando outras coisas.

      Quando comecei há 3anos não tinha noção dos monumentos, apesar de ter calhado num bom arquipélago que só tinha forja poseidon e colosso (Jackpot) e assim não me custou pois n tive que destruir cidades para pôr tudo bem.

      Eu já joguei em vários mundos e em várias ally's, em algumas delas fui general e atualmente sou general da -M- do mundo My. Um general neste jogo não pode ser apenas um jogador que tem conhecimentos de ikariam e de guerra, pois precisa de ter muita disponibilidade, para poder ter noção dos ataques e tudo isso, nas guerras um general é essencial para coordenar ataques e tudo isso, mas cada vez mais e com o nº de membros em cada ally a aumentar (maior parte das vezes) o papel do general não chega para controlar tantas pessoas e ai entra o resto da liderança ou sub-generais que sem eles por vezes um general não é nada pois por muita disponibilidade que haja nunca será suficiente para controlar 30/40 ou até mais jogadores.

      Aproveito para falar sobre uma alteração no sistema de batalhas q podia ser feita, redução do tempo das rondas, fica muito dificil destruir uma grande quantidade de generais em 24h, ainda por cima fazer vagas durante 48h ou mais para poder-se fazer um grande RC é sempre chato, de resto gosto do sistema de batalha pois quem manda tudo certo saca uma grande vantagem.



      Ragnar Lothbrok / Trevas_ssa / Ally - VKG / Alpha

      Trevas_ssa wrote:

      Olá, me chamo Marcos, jogo ikariam desde 2008, porém tive algumas pausas nesse período por conta de problemas pessoais e outros fatores.

      A atual visão que tenho do jogo como general, provavelmente é a que todos já devem ter, lutas contra multi contas, adversários algumas vezes montados na ambrósia e fazendo o que lhes dá na telha, alianças focadas em pontos piratas, vários jogadores a cada dia deixando o jogo pra seguir rumos diversos etc...

      Hoje não se precisa ter muita estratégia pra ser um bom combatente, diferente do que era há alguns anos atrás, algumas contas extras e já é suficiente para anular um determinado jogador, algo que acho absurdo, mas faz parte das regras e devemos aceitá-la garganta abaixo, já que nunca nos ouviram e não será agora que vão nos ouvir. Criámos nossa atual aliança no intuito de reunir amigos de confiança livres de multi em nosso grupo, podemos até ter amigos ausentes no grupo, mas posso dizer que temos pessoas em quem podemos confiar. Quem vive de pirataria, sabe que não é difícil burlar o sistema da gameforge com determinada ferramenta que se paga pra ter benefícios, afinal seria impossível determinados jogadores sempre no topo tendo esses benefícios a cada ronda (conheço pessoas de confiança que utilizam esta ferramenta e posso assegurar que ela existe!)

      O que fica para se pensar é:

      Quem está investindo tempo e dinheiro nesse tipo de ferramenta vai fazer o quê quando o mundo estiver totalmente vazio sem os jogadores reais?
      Posso imaginar a cena (olhando no espelho e dizendo, bem que poderia ir mais vezes ao cinema, futebol, sair com namorada, etc., com todo aquele dinheiro investido).

      O que deixo como pensamento ou desejo é:

      Gostaria muito de que voltássemos uns 5-6 anos no jogo para tentar resgatar o que restou de jogadores, caso contrário, duvido muito que sobreviva por mais 1 ano sequer, sigo sobreviver com atividade e não como estamos ultimamente cada vez mais fantasmas.

      Sem mais...
      Ragnar Lothbrok
      Líder e General interino da Vikings (VKG)



      Kilhonero / Ally - NZDOM / Alpha

      _Kilhonero_ wrote:

      O Ikariam é um jogo de estratégia, com uma vertente militar muito vincada, por isso, o cargo de General assume-se como um dos mais influentes no jogo e na capacidade (militar entenda-se) de cada aliança.

      Diria que o General é uma espécie de representante máximo da audácia de uma aliança num campo de batalha. Nele devem residir valores e características fundamentais como liderança, conhecimento táctico, ambição, companheirismo e total confiança da parte que faz questão de o acompanhar em cada missão.

      Um General deve ter a capacidade de formar militarmente o jogador menos elucidado e fazer acreditar o mais descrente, deve fomentar sempre a entre-ajuda e mostrar-se sempre disponível na partilha do conhecimento e no elucidamento de todas as dúvidas.

      É ainda importante que o General estude todos e cada adversário, bem como a zona onde pretende combater, assim como preparar estratégias e distribuir tarefas e/ou delegar competências. Deve ser activo e participativo nos desafios da aliança e fazer do campo de batalha, a sua arte, a sua afirmação, a sua imposição.

      O General deve ainda ter critério e ser selectivo nos elementos que constituem cada missão. Por vezes deverá usar da "autoridade" e tentar impor-se pela razão e nunca pela força. Deve usar da palavra e debater tácticas e conceitos, valorizando as qualidades individuais daqueles de quem se faz acompanhar.

      É nesta condição e neste sentido que considero a NZDOM não apenas uma aliança de foro militar, mas ainda a que melhor combate e que melhor se apoia em cada decisão. A NZDOM é, pois, mais que uma aliança, é uma academia (ou uma arena) onde se reúnem os melhores combatentes, os melhores amigos e os mais dedicados elementos.



      Pedro Lúcio / Ally - -KJ- / My

      Pedro Lucio wrote:

      É um cargo exigente, esse o de General.
      Obriga a ser atento, tanto quanto possível, e a estar de olho a todas as acções militares em curso em uma aliança. Por vezes temos de ser juízes e saber se as acções militares dos membros da aliança ou as acções militares contra membros da aliança estão em sintonia com o espírito do jogo.

      Nunca gostei de utilizar a minha pontuação (i.e. o meu rank) para atacar jogadores de pontuação muitas vezes menor do que a minha. Tal não é digno e, mesmo sendo um jogo, revela alguma cobardia. Como tal também não gosto que meus aliados o façam contra outros jogadores, nem tão pouco que sejam vítimas constantes deste tipo de acções.

      A exigência do cargo deve-se ao facto de este ser um cargo de liderança, e de apoio ao Líder.
      - Temos de dar o exemplo.
      - Temos de ser uma força motivadora dentro da aliança.
      - Temos de ser uma força estabilizadora dentro da aliança.
      - Temos de perceber que mesmo não sabendo tudo, temos muitas vezes de comportarmo-nos como professores de nossos membros.

      Nas guerras temos de elaborar estratégias, procurar o adversário, orientar os membros e verificar, muitas vezes sem sucesso, que os membros fazem o que é suposto, e resistir à tentação de fazer exactamente o contrário. Claro que isso envolve muito tempo perdido e também a perda de muitas horas de sono.

      Sei que muitas alianças dividem o cargo com sub-generais, mas visto que não são postos suportados directamente pelo jogo, e estão por isso limitados ao que podem ver e fazer, em geral considero todos os membros como sub-comandantes e espero deles reports quando algo de relevante acontece nas suas zonas de influência, por isso tenho tantos olhos quanto tenho de membros.

      Desde que comecei a jogar que o sistema de batalhas tem evoluído. Tanto quanto me lembro, nas primeiras versões do jogo não havia forma de medir o campo de batalha. Enviávamos tropas e esperávamos pelo melhor. Não tínhamos forma fácil de perceber a razão de haver mais perdas para um lado ou para o outro, ou por que razão se perdiam de um lado mais de um determinado tipo de tropas do que no outro. Nesses dias as rondas eram de 30 minutos (se bem me lembro), e os resultados das rondas eram mais do tipo quantitativo do que qualitativo, isto é, não havia visão prática do que estava a acontecer nas batalhas em termos do tipo de unidades envolvidas.

      Por essa altura os monumentos nas ilhas eram irrelevantes pois não funcionavam. Podiamos doar para eles mas o que acontecia era que havia um contador que estava sempre a incrementar e não havia benefício algum em doar para os monumentos porque não era possível activá-los.

      Os tempos de viagem e deslocação de tropas, o tempo que demorava cada ronda, o facto de não haver milagres a dar vantagem a um ou outro jogador, e a falta de sistema para elaborar relatórios das rondas tornavam o cargo de General ainda mais difícil pois era a nós que caía a responsabilidade de interpretar o que se estava a passar.

      Hoje em dia tal continua a ser verdade em menor grau, mas acrescente-se que recai sobre o General perder horas seguidas a monitorizar tudo o que acontece.

      Nas primeiras versões do jogo também eram poucas as batalhas marítimas, e nem me consigo lembrar se por essa altura os barcos serviriam para proteger os portos, nem mesmo me consigo lembrar se por essa altura, toda a máquina de combate do jogo levava em conta a existência ou não de unidades navais, muito ao contrário do que hoje acontece. Com respeito a isso o jogo também evoluiu e o General tem tarefa acrescida, uma nova dimensão do jogo sob a forma de estratégia naval, porque nas versões recentes do jogo, as batalhas navais desempenham papel bem mais importante do que propriamente as batalhas terrestres.

      Pesando as coisas, verifico que hoje em dia o cargo de General continua tão exigente como sempre foi. Na realidade as novas funcionalidades nas batalhas e o facto de haver mais batalhas marítimas, acrescenta todo um novo universo de possibilidades, inúmeras novas variáveis com que um General tem de lidar. Certo que o sistema simplificou algumas coisas, mas acrescentou outras tantas que tornam o jogo e em consequência o cargo de General mais exigente e consumidor de tempo.

      Pedro Lucio
      General -KJ-






      E as dezenas, centenas de generais do nosso Ika, o que pensam? Deixem um comentário.


      Nota: Não utilizei o Acordo ortográfico



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